Cinco novas tendências pós-recessão
31 Agosto, 2009Diretor de estratégia da Sapient diz quais são as lições que agências, veículos e anuciantes podem tirar da crise em que estão vivendo
Confira cinco macro-tendências apontadas por Freddie Laker, diretor de estratégia digital da Sapient, que deverão se fortalecer no período pós-recessão
Site lista os piores erros em entrevistas de emprego – Reuters
2 Abril, 2009Site lista os piores erros em entrevistas de emprego
Você conhece a história do candidato a um emprego que penteou os cabelos durante a entrevista? E sobre outro que cheirou as axilas enquando caminhava até a de reunião? Podem parecer piada, mas as duas atitudes estão entre dez os erros mais grosseiros que se pode cometer em entrevistas de emprego, compilados pelo site Internet:CareerBuilder.com.
A lista se baseia em uma pesquisa realizada com 3.061 pessoas encarregadas de selecionar e contratar pessoal e profissionais de recursos humanos, elaborada pela empresa Harris Interactive.
Confira abaixo os piores erros, de acordo com o estudo:
- Um candidato atendeu seu celular durante uma entrevista. Além disso, pediu ao entrevistador que saísse da sala pois tratava-se de “uma conversa particular”;
- Um candidato assegurou ao entrevistador que não ficaria muito tempo no emprego, pois esperava receber uma herança de um tio que estava muito mal de saúde;
- Uma pessoa aproveitou a entrevista para pedir ao entrevistador que a levasse até em casa;
Site lista os piores erros em entrevistas de emprego – Na íntegra
Internet atinge US$ 23 bilhões nos EUA
31 Março, 2009IAB aponta que, mesmo com crise, a terceira maior mídia daquele país teve alta de 10,6% nos investimentos publicitários recebidos em 2008
Felipe Turlão
30/03/2009 – 13:21
Os investimentos em publicidade na internet nos Estados Unidos atingiram US$ 23,4 bihões em 2008, o que representa um crescimento de 10,6% em relação ao período anterior e marca o quinto ano consecutivo de recordes nesta área.
O resultado poderia ter sido ainda melhor se não fosse o último trimestre, onde a alta foi um pouco menor, de 2,6% na comparação com os mesmos meses de 2007, já por causa dos efeitos da crise internacional. Mas vale ressaltar que este último período marcou a primeira vez que as receitas passaram da barreira de US$ 6 bilhões em um tempo de três meses. Todos os dados são coletados em parceria pelo Internet Advertising Bureau (IAB) e a Nielsen, e foram informados na manhã desta segunda-feira, 30, em conference call.
A internet, que é a terceira mídia naquele país, atrás de televisão e jornais, destacou-se na relação de investimentos de 2008 com 2007, se comparado com os outros setores. Segundo a Nielsen, enquanto o online obteve o crescimento de 10,6% já citado, as revistas de circulação nacional decaíram 7,6% e os jornais locais 10,2% (a métrica da Nielsen divide os veículos em sub-grupos, como jornais locais e nacionais).
“Em tempos de dificuldade, os anunciantes buscam uma mídia que oferece mensuração de resultados”, aposta Sherrill Mane, vice-presidente de serviços para a indústria do IAB. Para ela, o grande destaque da publicidade na internet foram os vídeos digitais, que dobraram o faturamento entre 2007 e 2008, saltando de US$ 324 mi para US$ 724 mi.
Na íntegra:
Internet atinge US$ 23 bilhões nos EUA
Anunciantes perseguem métricas mais eficientes
12 Março, 2009Buscas paralelas pela redução dos gastos com publicidade e pela abertura de novas rotas de abordagem ao consumidor
Alexandre Zaghi Lemos
11/03/2009 – 14:37
Não há anunciante que não queira aumentar a efetividade de sua comunicação. Muitos dos maiores investidores em marketing no mundo perseguem a adoção de mecanismos que lhes comprovem que estão fazendo as escolhas certas ou, principalmente, dificultem o desperdício de suas verbas.
Não por acaso, o painel sobre accountability prendeu a atenção da platéia participante da conferência anual da Federação Mundial de Anunciantes, que acontece nesta quarta-feira, 11, em São Paulo.”Todo anunciante gostaria de gastar menos com publicidade e encontrar novas rotas para chegar ao consumidor”, resumiu o diretor de mídia da Avon, Rafal Szysz, ressaltando a importância do Brasil para a companhia, que tem aqui um de seus três maiores mercados globais.
Para ele, as métricas atuais de mídia estão desconectadas daquilo que os anunciantes precisam. “Sem abrir mão do que temos hoje, precisamos de pesquisas adicionais. Além disso, todas as métricas deveriam ser medidas na mesma plataforma, para possibilitar comparação entre as mídias”, sugere.
Szysz relatou que o momento é crítico porque já não se consegue a mesma efetividade com as armas do passado. “Há 15 anos, com três inserções atingíamos 83% da população do Reino Unido. Hoje, para conseguir o mesmo impacto, precisamos de 180 inserções”, comparou. “Quem usa só a publicidade clássica vai perder o elo com o consumidor em algum momento”, alertou.
No caso específico da sua empresa, um desafio adicional é o aumento da importância do marketing no ponto-de-venda, isto porque a Avon simplesmente não está presente no varejo. Suas vendas são feitas diretamente pelo exército de 5,4 milhões de consultoras espalhadas por cerca de 100 países.
“Além da mídia clássica e da nova mídia, hoje é o consumidor que transmite confiança a outros consumidores na hora da compra. E não somente os amigos daquele consumidor, mas o mundo todo influencia sua compra, via internet, via redes sociais”, salientou.
A pretendida plataforma única pedida por Szysz está em gestação na própria WFA – World Federation of Advertises. Trata-se do projeto Blueprint, apresentado no painel por Robert Dreblow , diretor de comunicação de marketing da entidade.
“O aumento da apatia dos consumidores diante da comunicação exige que os atuais métodos de medição de audiência sejam incrementados com pesquisas adicionais, que garantam maior efetividade para a publicidade”, defendeu Dreblow.
Segundo ele, a idéia do Blueprint, que vem sendo desenvolvido pelo comitê de mídia da WFA desde 2005, é transferir o foco dos produtos para os consumidores e adicionar informações sobre o comportamento de compra. O esforço da entidade engloba os 17 maiores mercados do mundo, inclusive o Brasil, onde Ibope e Marplan estão envolvidos. “Não se trata de uma obsessão dos anunciantes, mas sim de uma iniciativa que vai beneficiar a todos: mídia, agências e consumidores”, salientou Dreblow.
Também participou do painel o presidente internacional da Nielsen Online, Jonathan Carson. Para quem as significativas mudanças na maneira como os consumidores interagem com os meios de comunicação alteram todo o ambiente publicitário. “Vários fatores influenciam a maneira como medimos a eficácia de nossos programas de marketing. Entretanto, nada tem mais impacto que a mídia gerada pelos próprios consumidores”, defendeu. “A mídia gerada pelos consumidores é a resposta de que eles estavam insatisfeitos em relação ao que estávamos fazendo.”
Segundo Carson, se antes a preocupação era o tamanho do público, agora é preciso pensar em como os consumidores se engajam. “Se antes eu pensava em que programa anunciar, hoje preciso refletir sobre quem está fazendo link com meu produto. Se fazia planejamento para atingir homes de 25 a 34 anos, agora tenho que pensar em como atingir jovens que expressam interesse por carros competitivos”, exemplifica.
Na platéia, o presidente do Ibope, Flávio Ferrari, fez a intervenção mais comentada deste painel. Começou dizendo que a visão dos palestrantes sobre a televisão estava demasiadamente pessimista, informou que na América Latina a publicidade na telinha ainda está no topo das influências de compra nos consumidores, entre os quatro principais fatores, e terminou com o vaticínio: “Na América Latina, o fim do mundo será transmitido pela televisão”.
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8 Janeiro, 2009Algumas das medidas adotadas foram o estabelecimento de diferentes faixas de preços para as músicas, de acordo com a popularidade, e o fim do software de proteção digital DRM
Livro: “Além das Redes de Colaboração: internet, diversidade cultural e tecnologias do poder”
26 Agosto, 2008LIVRO DISCUTE O POTENCIAL DA INTERNET E A SOCIEDADE DO CONTROLE
“Ao mesmo tempo que devora, digere e recria o telefone, o cinema, a televisão, os correios, o rádio e a indústria fonográfica, a internet se aproxima do sonho de Borges de uma biblioteca infinita, onde o saber humano está disponível ao alcance de um toque. O que fazer com tão imenso poder é a pergunta que definirá o nosso futuro. Esse livro é uma boa contribuição para o debate”. Assim o cineasta Jorge Furtado apresenta a coletânea “Além das Redes de Colaboração: internet, diversidade cultural e tecnologias do poder”, organizado pelos professores Nelson Pretto, da UFBA e Sérgio Amadeu, da Casper Libero.
O livro será lançado pela EDUFBA, no próximo 27 de agosto, quarta-feira, em São Paulo, durante o Fórum Nacional sobre Direito Autoral promovido pelo MinC, e é o resultado de seminários realizados pela Casa de Cinema de Porto Alegre e pela Associação de Software Livre, ocorridos no segundo semestre de 2007, como parte do projeto Cultura e Pensamento do Ministério da Cultura.
“Além das Redes de Colaboração” trata do tema das redes em uma sociedade midiatizada, com tendências contraditórias e ambivalentes. Para o sociólogo Sérgio Amadeu, o que “queríamos era discutir as possibilidades democratizantes de compartilhamento do conhecimento jamais vistas e a formação de uma sociedade de controle que busca utilizar as tecnologias para concentrar poder e conter a criatividade, expandindo e ampliando a apropriação privada sobre o que é comum”.
Reunindo acadêmicos de várias áreas do conhecimento, ativistas e artistas, o livro trabalha a contradição entre as possibilidades de criação e disseminação culturais inerentes às redes informacionais e as tentativas de manter a inventividade e a interatividade sob o controle dos velhos modelos de negócios construídos no capitalismo industrial.
Nelson Pretto, um dos organizadores do livro e preocupado com as questões da educação nesse processo de comunizcação generalizada, explica que o objetivo dos eventos e do livro “foi jogar luz sobre essas batalhas biopolíticas para decifrar as disputas sociotécnicas em torno da definição de códigos, padrões e protocolos”.
O livro é uma coletânea de textos dos seguintes autores:
Imre Simon; Miguel Said Vieira. “O rossio não-rival”.
Sergio Amadeu da Silveira. “Convergência digital, diversidade cultural e esfera pública”.
Alex Primo. “Fases do desenvolvimento tecnológico e suas implicações nas formas de ser, conhecer, comunicar e produzir em sociedade”.
João Brant. “O lugar da educação no confronto entre colaboração e competição”.
Nelson De Luca Pretto; Alessandra Assis. “Cultura digital e educação: redes já!”
Giba Assis Brasil. “Politizando a tecnologia e a feitura do cinema”.
Pedro Antônio Dourado de Rezende. “Custo social: propriedade imaterial, software, cultura e natureza”.
Marijane Vieira Lisboa. “Cultura e natureza: o que o software tem a ver com os transgênicos?”
Pedro Paranaguá. “Direitos autorais, novas tecnologias e acesso ao conhecimento”.
Carlos Gerbase. “A fabricação da verdade no debate sobre direitos autorais no Brasil”.
Bruno Magrani. “Função social do direito de autor: análise crítica e alternativas conciliatórias”.
Thiago Falcão; Carlos Eduardo C. Freire Batista; Guido Lemos de Souza Filho. “A convergência midiática e o papel da televisão digital interativa com ginga”.
O livro traz ainda os seguintes depoimentos:
de Marcelo Tas; “Para um bom uso das novas ferramentas, observem as crianças.”
de BNegão; “Cara, eu botei lá a parada, você não está me prejudicando,
você está me ajudando, bota lá, baixa a parada”
de Luiz Fernando Soares, “Televisão digital colaborativa: liberdade para a criação?”
de Lena Zúñiga; “Os desafios do conhecimento coletivo e anônimo.”
de Ézyo Lamarca; “Cabanagem digital, tecnobrega e software livre.”
E uma entrevista da educadora Léa Fagundes, concedida a Luciana Tomasi.
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Lançamento nacional do livro “Além das Redes de Colaboração: internet, diversidade cultural e tecnologias do poder“, dia 27/08, quarta-feira, às 19 h.
Local: Auditório da USP Leste – Rua Arlindo Béttio, 1000, Ermelino Matarazzo, São Paulo.
Colaboração http://expeculando.wordpress.com/
Escrito por 21mm
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