O que o curso on-line (grátis ou não) pode fazer por você
2 Julho, 2009segunda-feira, 29 de junho de 2009
por Fábio Serrato
Totalmente gratuitos, os cursos ficam acessíveis a partir de um cadastro na instituição. “Nossos cursos online foram criados há cerca de quatro anos. Temos uma média de mais de 40 mil treinamentos realizados mensalmente. É um volume muito alto”, conta Rosa Maria. Segundo ela, entre os cursos mais procurados estão os de Administração do Tempo, Atendimento ao Cliente e Novo Acordo Ortográfico.
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O CanalRh pesquisou alguns cursos on-line gratuitos ou de baixo custo. Escolha o que mais atende às suas necessidades! No site das instituições é possível encontrar outras opções de temas. Bons estudos!
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Desenvolva a habilidade de administrar o tempo de forma eficaz com intuito de obter maior produtividade, organização e desempenho
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Alcance a excelência no atendimento ao cliente, desde a identificação do público-alvo até o pós-venda
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Apresenta as novas regras da língua portuguesa e sua aplicabilidade no cotidiano
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- Aprenda sozinho a falar em público
Desenvolva condições de treinar e aperfeiçoar sozinho suas habilidades oratórias.
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Perguntas sobre dívidas, protestos e cheques, técnicas de negociação
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O estudo das técnicas para se trabalhar em equipe pressupõe um domínio dos conhecimentos relativos ao individualismo, relações interpessoais e a distinção entre equipes e grupos. Portanto, faremos uma exposição voltada para estes conceitos.
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- Curso de networking – 4 módulos
Modulo 1
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- Como fazer cartas comerciais
Neste curso você vai aprender as principais regras para comunicar-se com correção e objetividade por meio de cartas comerciais descritivas, narrativas e dissertativas.
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Vantagens da atividade exportadora, fontes de pesquisa em marketing internacional, empresas globais, barreiras à importação, marcas no contexto internacional.
R$ 5,00. É preciso comprar no mínimo mais dois cursos
- Contabilidade básica
Conceito, aplicação, área de atuação, patrimônio, principais livros contábeis, formas de lançamentos
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- Controle emocional no dia-a-dia do trabalho
O que é ser inteligente, personalidade, inteligência intrapessoal e interpessoal. A importância do controle emocional no dia-a-dia de trabalho.
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Conceitos sobre negócios no mercado varejista, formas de venda, marketing, relacionamentos com clientes, como lidar com a loja e com o lojista
R$ 17,90 (pacote mensal com acesso a todos os cursos)
Como atrair leitores, clientes e mercado. Hoje um bom serviço não é mais o suficiente.
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Os Lucros institucionais dos investimentos sociais, responsabilidade social e micro empresas, exemplos práticos, entre outros
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Noções de rotinas e conceitos fundamentais sobre gestão de conflitos. Como enfrentar uma situação da melhor maneira possível, independente do tipo de conflito.
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Noções de noções de rotinas e conceitos fundamentais sobre empreendedorismo.
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Aprenda a liderar um grupo ao sucesso. Como ser respeitado, delegar tarefas, criticar, incentivar e elogiar, entre outros.
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O desemprego é um vilão que ataca quando menos esperamos. Dicas que podem ajudar a conseguir uma colocação no mercado de trabalho
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Aprenda a executar as principais tarefas envolvidas na rotina de um departamento pessoal: 13º Salário, INSS, FGTS, PIS/PASEP, entre outras.
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O que o curso on-line (grátis ou não) pode fazer por você – Canal RH
Anunciantes perseguem métricas mais eficientes
12 Março, 2009Buscas paralelas pela redução dos gastos com publicidade e pela abertura de novas rotas de abordagem ao consumidor
Alexandre Zaghi Lemos
11/03/2009 – 14:37
Não há anunciante que não queira aumentar a efetividade de sua comunicação. Muitos dos maiores investidores em marketing no mundo perseguem a adoção de mecanismos que lhes comprovem que estão fazendo as escolhas certas ou, principalmente, dificultem o desperdício de suas verbas.
Não por acaso, o painel sobre accountability prendeu a atenção da platéia participante da conferência anual da Federação Mundial de Anunciantes, que acontece nesta quarta-feira, 11, em São Paulo.”Todo anunciante gostaria de gastar menos com publicidade e encontrar novas rotas para chegar ao consumidor”, resumiu o diretor de mídia da Avon, Rafal Szysz, ressaltando a importância do Brasil para a companhia, que tem aqui um de seus três maiores mercados globais.
Para ele, as métricas atuais de mídia estão desconectadas daquilo que os anunciantes precisam. “Sem abrir mão do que temos hoje, precisamos de pesquisas adicionais. Além disso, todas as métricas deveriam ser medidas na mesma plataforma, para possibilitar comparação entre as mídias”, sugere.
Szysz relatou que o momento é crítico porque já não se consegue a mesma efetividade com as armas do passado. “Há 15 anos, com três inserções atingíamos 83% da população do Reino Unido. Hoje, para conseguir o mesmo impacto, precisamos de 180 inserções”, comparou. “Quem usa só a publicidade clássica vai perder o elo com o consumidor em algum momento”, alertou.
No caso específico da sua empresa, um desafio adicional é o aumento da importância do marketing no ponto-de-venda, isto porque a Avon simplesmente não está presente no varejo. Suas vendas são feitas diretamente pelo exército de 5,4 milhões de consultoras espalhadas por cerca de 100 países.
“Além da mídia clássica e da nova mídia, hoje é o consumidor que transmite confiança a outros consumidores na hora da compra. E não somente os amigos daquele consumidor, mas o mundo todo influencia sua compra, via internet, via redes sociais”, salientou.
A pretendida plataforma única pedida por Szysz está em gestação na própria WFA – World Federation of Advertises. Trata-se do projeto Blueprint, apresentado no painel por Robert Dreblow , diretor de comunicação de marketing da entidade.
“O aumento da apatia dos consumidores diante da comunicação exige que os atuais métodos de medição de audiência sejam incrementados com pesquisas adicionais, que garantam maior efetividade para a publicidade”, defendeu Dreblow.
Segundo ele, a idéia do Blueprint, que vem sendo desenvolvido pelo comitê de mídia da WFA desde 2005, é transferir o foco dos produtos para os consumidores e adicionar informações sobre o comportamento de compra. O esforço da entidade engloba os 17 maiores mercados do mundo, inclusive o Brasil, onde Ibope e Marplan estão envolvidos. “Não se trata de uma obsessão dos anunciantes, mas sim de uma iniciativa que vai beneficiar a todos: mídia, agências e consumidores”, salientou Dreblow.
Também participou do painel o presidente internacional da Nielsen Online, Jonathan Carson. Para quem as significativas mudanças na maneira como os consumidores interagem com os meios de comunicação alteram todo o ambiente publicitário. “Vários fatores influenciam a maneira como medimos a eficácia de nossos programas de marketing. Entretanto, nada tem mais impacto que a mídia gerada pelos próprios consumidores”, defendeu. “A mídia gerada pelos consumidores é a resposta de que eles estavam insatisfeitos em relação ao que estávamos fazendo.”
Segundo Carson, se antes a preocupação era o tamanho do público, agora é preciso pensar em como os consumidores se engajam. “Se antes eu pensava em que programa anunciar, hoje preciso refletir sobre quem está fazendo link com meu produto. Se fazia planejamento para atingir homes de 25 a 34 anos, agora tenho que pensar em como atingir jovens que expressam interesse por carros competitivos”, exemplifica.
Na platéia, o presidente do Ibope, Flávio Ferrari, fez a intervenção mais comentada deste painel. Começou dizendo que a visão dos palestrantes sobre a televisão estava demasiadamente pessimista, informou que na América Latina a publicidade na telinha ainda está no topo das influências de compra nos consumidores, entre os quatro principais fatores, e terminou com o vaticínio: “Na América Latina, o fim do mundo será transmitido pela televisão”.
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Escrito por 21mm
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